Erro F1?


Dia 1, Lisboa.

Posto isto, a 14 de Setembro pouco depois das 7:30 seguimos os três para o Sul de Espanha.
Estava um nevoeiro do caneco que nos acompanhou quase até à fronteira. Logo que entrámos em Espanha por Rosal de la Frontera enchemos os depósitos e aproveitou-se para dar uma dentada no folar que o Rui tinha trazido. Seguimos depois pela bonita estrada de Arecena e das suas famosas curvas.

O tempo estava bom e a aquecer. Pelas 13h e picos (14h espanholas) passávamos por Sevilha. Aí fizemos uma paragem para almoço nos ”100 montaditos”. Uma espécie de fast food espanhol, onde são servidas mini-sandes (bocadillos) com cerca de 100 possibilidades de recheio. Não fica caro e é sobretudo rápido, e com cerca de 650kms para o dia, é o que pretendemos.

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Siga para cima das motos que ainda temos muito autovia pela frente (gratuita felizmente!).

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Contornámos Sevilha e prosseguimos em direcção a Granada pela A92 que liga as duas cidades. Um bom bocado monótono este troço, mas em de ser.
A meio caminho a pala do capacete do Rui resolveu fazer das suas e libertou um parafuso em andamento. À custa de uma abraçadeira de aperto rápido e de fita americana resolveu-se o problema.

Com 640kms feitos já nos aproximávamos do destino, um simpático hotel no limite da cidade e próximo do famoso Al Alhambra. Já aqui tinha ficado, e logo me lembrei de aqui regressar quando se planeou esta viagem. Apesar de se encontrar fora do centro este hotel fica a minutos com acesso de autocarro. A relação qualidade/preço é excelente e oferece um parque privativo fechado. Na verdade o hotel não é mais que o piso inferior de todo um prédio de construção recente e o parque privativo a sua garagem interior. Estacionamos as motos à porta para fazer o checkin, foi nessa altura que o Ricardo me pergunta ao que raio corresponde o erro “F1”…
Parece que a sua Strom estava-se a queixar. Na verdade não é F1, mas sim FI, de Fuel Injection… Algum erro na alimentação da japónica. O Ricardo sentia alguma hesitação na resposta em baixas, mas de resto nada de anormal no comportamento da Suzuki a não ser a luz vermelha de erro. Metemos as motas na garagem e começou-se a pensar no que fazer. Para já seguiríamos para o centro da cidade para aproveitar o fim de tarde, enquanto isso o Ricardo iria contactar a assistência em viagem para na manhã seguinte levar a Strom ao concessionário da zona.